Com PDTI realizado pela ADX, Sesc/SE amplia notoriedade nacional

Uma mega estrutura que opera dia e noite para promover o bem-estar social ao comerciário por meio do lazer, educação, assistência, saúde e cultura. Com essa missão, o Sesc  Sergipe, que atende a mais de 50 mil pessoas, mobiliza um time de profissionais que tem, na tecnologia da informação, os meios e o suporte para prestar um serviço eficiente.

Diante do caráter imprescindível da informatização para o bom andamento das atividades, toda a demanda de ações e projetos da instituição está, atualmente, alinhada por meio de um Plano Diretor de Tecnologia da Informação – PDTI. Realizado pela competente empresa ADX Gestão e Tecnologia, esse instrumento de diagnóstico, planejamento e gerenciamento dos recursos e processos transformou completamente a realidade do Sesc/SE.

Os reflexos desse trabalho podem ser observados tanto pelo público interno como pelo usuário final. Internamente, a primeira grande mudança se deu com a constituição de um comitê deliberativo. O grupo se reúne periodicamente com o intuito de acompanhar e promover o alinhamento dos investimentos em TI com os objetivos da instituição, além de definir a priorização de projetos a serem realizados. “Agora não estamos mais sozinhos na tomada de decisões. São várias pessoas, representantes de todos os setores e esferas de níveis hierárquicos, decidindo em prol de um bem comum. Isso muda tudo. Concede-nos mais força e agilidade nas ações”, ressalta Karla Fabyola França Ferreira, gerente do setor de TI do Sesc/SE.

Após a formação do comitê, os analistas da ADX iniciaram a fase das entrevistas com os colaboradores a fim de levantar as demandas internas. “Foi um trabalho bastante criterioso que procurou ouvir todos os setores. Feito esse diagnóstico, foi possível entender quais as principais necessidades da instituição, definir ações visando à eficácia, assim como aumentar a inteligência organizacional”, explica Lucas, consultor de Negócios da ADX.

CENÁRIO ANTERIOR

Antes do PDTI, diante de diferentes demandas e sem saber por qual delas iniciar, o setor de TI encontrava-se em meio a um dilema: como resolver os problemas de modo ágil e definitivo? “Depois de muito quebrar a cabeça, pensamos em contratar uma assessoria para nos nortear, pois, a princípio, o nosso principal projeto era um plano de contingência, a criação de um site backup”, recorda Raul de Góis Oliveira, responsável pela área de infraestrutura e coordenador de TI.

Logo na primeira conversa com Adgenison Nascimento, diretor de Negócios da ADX, a visão se ampliou. “Ele nos mostrou a importância de fazermos um plano diretor para nos dar um panorama da nossa situação atual e um diagnóstico sobre como poderíamos chegar onde queríamos”, explica Karla.

Nesse momento, Adgenison os fez ver que não adiantava começarem o trabalho por algo que iria encobrir os problemas. Na verdade, era preciso justamente conhecer as não conformidades que ameaçavam a estrutura que envolve a instituição – academias, restaurantes, balneário, hotel, bibliotecas, consultórios dentário, salas de aula. “O ambiente precisa operar sem sobressaltos para que o comerciário não seja prejudicado”, constata Karla.

Após fazer um diagnóstico dos problemas de segurança e detectar tudo que estava em estado crítico, a ADX apresentou um relatório ao comitê. A partir daí, com todas as demandas trazidas à tona, iniciou-se um período de busca pelas soluções dos problemas. “Definimos uma linha de atuação para resolvê-los e atingir nosso objetivo”, relata Raul. 

MUDANÇAS

Como parte das primeiras ações corretivas, houve o atendimento de demandas de infraestrutura de hardware e software, o desenvolvimento de sistemas, o suporte à rede e aos usuários, além de treinamentos. Já se tornou realidade, por exemplo, a informatização do sistema de veículos e está em curso um trabalho no setor de recursos humanos a fim de modernizar o sistema de ponto e a elaboração dos contracheques.

“Começamos com o sonho de criar um site de contingência e, pós-consultoria, esse sonho se multiplicou. O PDTI apontou a necessidade de melhoria dos equipamentos de hardware, da segurança do ambiente físico e virtual, da contingência, de investimento na performance da rede, na qualidade no atendimento, na profissionalização da equipe e em uma série de outras coisas. Tivemos uma visão ampla do negócio”, relata Raul que hoje já possui a metodologia necessária para avaliar os riscos e discutir, de modo muito mais seguro, sobre os processos com o departamento nacional.

Outra vantagem levantada por Karla foi o respeito alcançado pelo setor, que ganhou maior visibilidade nacional. “Passamos hoje por uma fase de confiabilidade que não tínhamos antes. Nessa nova fase, o comitê divide com a TI as responsabilidades da instituição. Todas as áreas colocam as suas necessidades e discutimos em conjunto, desde a liberação de um acesso a um investimento ou capacitação. Para nossa alegria, todas as decisões têm sido unânimes, não tem havido divergências entre os membros. Podemos afirmar que o plano foi muito mais além do que a gente queria”, afirma ela.

NOVA REALIDADE

Após a consultoria prestada pela ADX, os comerciários também vivem uma nova fase. E, a depender do PDTI, ainda há muito mais por vir. Isso porque a comunicação entre as três unidades que funcionam interligadas deixou de ser lenta e já não penaliza o consumidor final. “Os comerciários agora são atendidos muito mais rapidamente, sem filas. No restaurante, para se ter uma ideia, a venda no sistema é pra acontecer em sete segundos, mas estava acontecendo em 40. Essa diferença estava provocando uma maior espera pelo atendimento que hoje já não ocorre. Com equipamentos novos ganhamos agilidade nos procedimentos”, complementa Raul. 

SATISFAÇÃO

Quando o assunto é o trabalho da ADX, Karla se adianta e afirma: “a empresa existe em nossas vidas muito antes de ter sido concebida. Conheci Adgenison em um momento crítico, no qual não sabia como recomeçar para refazer um servidor que havia perdido. Ele me ajudou sem pensar no que iria ganhar. Ele tem um lado humano muito forte, que é maior que os negócios, porque ele ama o que faz. Através dele conhecemos os demais membros da equipe, que possuem o mesmo perfil, prezam pelo bem comum como resultado do trabalho desenvolvido”.

A gerente de TI conta que, ao abrir a licitação para realizar o PDTI, várias empresas se apresentaram, inclusive de fora do Estado, mas, para a alegria da equipe, quem venceu foi a ADX. “Temos carência de profissionais bons e confiáveis e, pelo resultado que alcançamos, a ADX já está chamando a atenção nacionalmente. Muitas unidades estão ligando pedindo o contato da empresa. Nunca tivemos uma ligação não atendida, um e-mail ou mensagem não respondida. Isso  faz o diferencial e é por isso que a ADX faz parte da família Sesc/SE”, frisa.

Referendando as palavras da colega de equipe, Raul diz que a ADX não deixa a desejar para nenhuma outra empresa do País. “É uma empresa séria, com alto nível de profissionalismo. A equipe demonstra conhecer a missão da empresa. Eles não estão focados em ganhar dinheiro, mas em resolver o problema do cliente, em nos dar segurança”, finaliza.